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Como Encontrar Paz Interior em Tempos de Caos?


Você já se sentiu sobrecarregado pelos desafios do dia a dia, como se estivesse preso em um ciclo de ansiedade e estresse sem fim? 

Em meio ao caos do mundo moderno, encontrar paz interior parece quase impossível, não é? 

Mas, e se eu te disser que a paz que você tanto busca pode estar mais perto do que imagina, esperando para ser descoberta dentro de você? 

Neste texto, vou compartilhar práticas simples e transformadoras que podem te ajudar a acalmar a mente, fortalecer o espírito e enfrentar qualquer adversidade com serenidade. 

Leia até o final, porque o que você vai aprender pode ser o ponto de virada que você precisa para viver com mais tranquilidade e equilíbrio, mesmo nos momentos mais difíceis. 

Mas afinal. 

Como Encontrar Paz Interior em Tempos de Caos? 

Vivemos em tempos desafiadores, onde o ritmo acelerado da vida, as incertezas do futuro e os desafios pessoais e globais nos empurram para o limite do estresse e da ansiedade. 

Em meio a esse caos, muitas vezes nos sentimos perdidos, buscando por um momento de tranquilidade, por um instante de paz. 

Mas onde encontrar essa paz interior em um mundo tão tumultuado?

A resposta pode ser mais simples do que parece. 

Muitas vezes, a paz que procuramos está dentro de nós, esperando para ser descoberta. 

Vamos explorar como podemos nos conectar com essa paz interior, independentemente das circunstâncias externas, através de práticas espirituais que nos ajudam a acalmar a mente, nutrir o espírito e fortalecer nossa fé. 

Uma das formas mais eficazes de encontrar paz interior é através da oração e da meditação. 

A oração é uma conversa direta com Deus, um momento de entrega, em que depositamos nossas preocupações nas mãos dEle e confiamos no Seu cuidado. 

Quando nos voltamos a Deus em oração, encontramos conforto, porque sabemos que não estamos sozinhos em nossas lutas. 

A meditação por sua vez, nos permite silenciar a mente, focar no presente e nos reconectar com nossa essência espiritual. 

Tirar alguns minutos do dia para respirar profundamente, refletir sobre as bênçãos e confiar no plano divino pode nos ajudar a relaxar e liberar a tensão acumulada. 

Uma prática simples de meditação cristã pode ser recitar um versículo da Bíblia repetidamente, como, “O Senhor é meu pastor, nada me faltará” do Salmo 23. 

Concentrar-se nessas palavras pode trazer uma sensação imediata de calma e segurança. 

Uma das maiores causas de angústia nos tempos de caos é a tentativa de controlar o incontrolável. Queremos que as coisas saiam exatamente como planejamos e ficamos frustrados quando os planos dão errado. 

No entanto, uma das lições mais valiosas que podemos aprender é aceitar que nem tudo está sob o nosso controle. 

A espiritualidade nos ensina que há uma ordem maior, um plano divino que muitas vezes não conseguimos compreender completamente. 

Quando aceitamos essa realidade e deixamos nas mãos de Deus aquilo que não podemos mudar, libertamos nosso coração do fardo da preocupação. 

Aceitar o que não podemos controlar não é sinal de fraqueza, mas de sabedoria. 

Em tempos difíceis, é fácil nos concentrarmos apenas nos problemas e esquecer das bênçãos que já recebemos. 

A prática da gratidão é uma forma poderosa de mudar essa perspectiva. 

Quando paramos para agradecer pelo que temos – mesmo que sejam pequenas coisas –, nosso coração se abre para a paz e a serenidade. 

Um exercício simples é reservar um momento do dia para agradecer por três coisas. 

Pode ser algo tão simples quanto o fato de ter acordado pela manhã, de ter uma refeição ou de estar rodeado por pessoas que amamos. 

A gratidão transforma nossa visão e nos lembra que, mesmo em meio às dificuldades, há sempre motivos para agradecer. 

Guardar mágoas, ressentimentos e raiva é como carregar um peso desnecessário. Esses sentimentos negativos nos prendem ao passado e nos impedem de viver em paz no presente. O perdão é uma chave fundamental para liberar esse peso e encontrar a paz interior. 

Perdoar não significa justificar o erro do outro, mas sim libertar-se da dor que o ressentimento causa.

É um ato de amor consigo mesmo, permitindo que a paz flua em nosso coração novamente. 

Na espiritualidade cristã, o perdão é um dos maiores exemplos de amor, refletido na vida de Jesus. Ele nos ensina a perdoar, assim como Ele nos perdoa. 

Se você está carregando mágoas, peça a Deus que te ajude a liberar esse peso e conceder o dom do perdão, para que a paz possa preencher o espaço que antes era dominado pelo ressentimento. 

Em tempos de caos, queremos respostas imediatas e soluções rápidas. Mas, nem sempre as coisas acontecem no nosso tempo. Uma das grandes lições espirituais é aprender a confiar no tempo de Deus. Às vezes, as respostas que buscamos vêm no silêncio e na espera. Quando aprendemos a confiar que tudo acontece no momento certo, de acordo com a vontade divina, nossa ansiedade diminui. 

Passamos a entender que, mesmo quando não vemos o caminho, Deus está trabalhando em nosso favor, preparando o melhor para nós. 

É essa confiança que nos sustenta em tempos difíceis, nos permitindo descansar na certeza de que Deus está no controle. 

Quem sabe este artigo que você está lendo agora não é uma resposta que estava procurando? 

Muitas vezes, nossa mente está no passado, revivendo erros e dores, ou no futuro, preocupada com o que pode acontecer. No entanto, a única realidade que temos é o presente. 

A espiritualidade nos ensina a viver o aqui e o agora, a valorizar o momento presente como um dom. Quando vivemos no presente, nos abrimos para experimentar a paz que está disponível agora, sem sermos dominados pelo medo do futuro ou pelas culpas do passado. 

Como Jesus nos ensina no Evangelho de Mateus no capítulo 6 “Portanto, não se preocupem com o amanhã, pois o amanhã trará suas próprias preocupações. Basta a cada dia o seu próprio mal.” 

Concentrar-se no presente é uma forma de abraçar a vida como ela é, com suas alegrias e desafios, e encontrar paz nas pequenas bênçãos de cada dia. 

Encontrar paz interior em tempos de caos não é uma tarefa fácil, mas é possível. 

Ao nos conectarmos com nossa espiritualidade, através da oração, da meditação, da gratidão, do perdão e da confiança no tempo de Deus, podemos descobrir uma fonte de paz que transcende as circunstâncias externas. 

Lembre-se: a paz verdadeira não vem da ausência de problemas, mas da presença de Deus em nossas vidas. Ao buscarmos essa conexão com o divino, encontraremos a tranquilidade que tanto desejamos, mesmo nos momentos mais turbulentos. 

Que possamos todos aprender a cultivar essa paz interior, vivendo cada dia com fé, esperança e amor.

O Apóstolo da Internet: A Inspiração de Carlo Acutis para a Nova Geração

Carlo Acutis

Carlo Acutis foi um jovem italiano que se destacou por sua devoção religiosa e habilidade com a tecnologia. Nasceu em 3 de maio de 1991, em Londres, mas cresceu em Milão, Itália. Desde pequeno, Carlo mostrou uma fé profunda e um grande interesse pela informática. Ele utilizou suas habilidades para criar um site dedicado aos milagres eucarísticos, com o objetivo de compartilhar sua fé com outras pessoas.

Primeiros Anos e Vida Religiosa

Carlo foi criado em uma família católica, mas seus pais não eram particularmente devotos. Foi Carlo quem, desde muito cedo, demonstrou um interesse profundo pela religião. Aos 7 anos, fez sua Primeira Comunhão e, desde então, passou a participar da missa diária e a rezar o rosário todos os dias. Carlo também tinha uma grande devoção pela Virgem Maria e por São Francisco de Assis.

Paixão pela Tecnologia

Além de sua fé, Carlo era apaixonado por computadores e tecnologia. Ele aprendeu a programar por conta própria e criou um site catalogando milagres eucarísticos ao redor do mundo. Seu objetivo era utilizar a internet como uma ferramenta para evangelização, demonstrando como a fé e a tecnologia podem caminhar juntas.

Doença e Morte

Em 2006, Carlo foi diagnosticado com leucemia. Mesmo durante sua doença, manteve uma atitude positiva e resignada, oferecendo seu sofrimento pela Igreja e pelo Papa. Faleceu em 12 de outubro de 2006, com apenas 15 anos. Suas últimas palavras foram dedicadas à sua mãe: "Eu morro feliz porque não desperdicei nem um minuto da minha vida em coisas que não agradam a Deus".

Beatificação e Reconhecimento

Após sua morte, Carlo Acutis foi lembrado por sua fé e seu trabalho na promoção dos milagres eucarísticos. Seu corpo foi exumado em 2019 e encontrado em estado de incorruptibilidade parcial. Em 10 de outubro de 2020, Carlo foi beatificado em Assis, Itália, cidade de São Francisco, um dos seus santos preferidos. A cerimônia de beatificação foi presidida pelo Cardeal Agostino Vallini.

Acontecimentos Recentes

Desde sua beatificação, Carlo Acutis tem sido cada vez mais reconhecido e venerado como um modelo para os jovens católicos. Sua vida e exemplo têm sido celebrados em diversos eventos eclesiásticos e educacionais, inspirando iniciativas de evangelização digital. Seu trabalho com milagres eucarísticos continua a ser uma referência para muitos católicos ao redor do mundo, e ele é frequentemente citado como o "ciberapóstolo da Eucaristia".

Carlo Acutis é considerado um exemplo de como a santidade pode ser vivida na era digital, integrando fé e tecnologia de maneira harmoniosa e eficaz. Seu legado continua a crescer, e muitos esperam que ele seja eventualmente canonizado, tornando-se um santo da Igreja Católica.

Milagre Reconhecido

O milagre atribuído a Carlo Acutis, que levou à sua beatificação, envolveu a cura inexplicável de uma criança brasileira que sofria de uma doença rara do pâncreas. A criança foi curada após tocar uma relíquia de Carlo.

Influência Atual

Carlo Acutis continua a inspirar muitas pessoas ao redor do mundo. Sua história tem sido compartilhada amplamente em redes sociais, documentários e livros. Ele é visto como um intercessor para os jovens e para todos os que trabalham com tecnologia, mostrando que é possível viver uma vida de santidade em um mundo moderno e digital.

Carlo Acutis é um exemplo contemporâneo de fé viva e de como a juventude pode influenciar positivamente a sociedade através do amor e da dedicação a Deus.

Descubra as Cinco Boas Razões Pelas Quais Você Deve Rezar o Terço da Divina Misericórdia

 


Rezar o Terço da Divina Misericórdia é uma das práticas de oração mais poderosas que os católicos podem realizar. Esta forma de oração foi revelada a Santa Faustina Kowalska em 1935 e se tornou cada vez mais popular desde então. Neste artigo, vamos explorar as cinco principais razões pelas quais você deve considerar rezar o Terço da Divina Misericórdia.

  1. A Divina Misericórdia é uma fonte de graças poderosas O Terço da Divina Misericórdia é uma oração que pede a misericórdia de Deus em nossas vidas. Quando rezamos esta oração com fé e devoção, podemos experimentar a graça de Deus de uma maneira poderosa. Esta oração é particularmente eficaz em tempos de necessidade ou sofrimento, quando precisamos da ajuda de Deus para superar nossos desafios.
  2. O Terço da Divina Misericórdia pode ajudar a curar a alma Rezar o Terço da Divina Misericórdia pode ser uma maneira eficaz de curar a alma e encontrar a paz interior. Ao se concentrar na misericórdia de Deus e em seu amor por nós, podemos liberar nossos medos, preocupações e arrependimentos. A oração pode ajudar a aliviar a dor emocional e nos ajudar a encontrar um senso de propósito e significado em nossas vidas.
  3. A oração é uma forma de honrar a paixão de Cristo O Terço da Divina Misericórdia é uma forma de honrar a paixão de Cristo e meditar sobre seu amor por nós. Cada mistério do Terço nos lembra de um aspecto da vida e do ministério de Jesus Cristo. Ao refletir sobre esses mistérios, podemos nos conectar mais profundamente com a mensagem de amor e redenção que Jesus nos trouxe.
  4. A oração pode ajudar a liberar as almas do purgatório Rezar o Terço da Divina Misericórdia pode ajudar a liberar as almas do purgatório. De acordo com a tradição católica, as almas no purgatório estão em um estado de purificação antes de entrar no céu. Ao oferecer nossas orações em sufrágio por essas almas, podemos ajudá-las a alcançar a salvação e entrar na presença de Deus.
  5. A oração é uma forma de cultivar a devoção à Divina Misericórdia Rezar o Terço da Divina Misericórdia é uma forma de cultivar a devoção à Divina Misericórdia. Esta forma de devoção é baseada na crença de que a misericórdia de Deus é infinita e que Ele deseja que todos sejam salvos. Ao se concentrar na misericórdia de Deus em nossas orações, podemos nos tornar mais conscientes de sua presença em nossas vidas e desenvolver um relacionamento mais profundo com Ele.

Conclusão Em resumo, rezar o Terço da Divina Misericórdia pode trazer muitos benefícios. Você já rezou hoje?

E se você católico(a) se encontra em um momento de dúvidas e incertezas sobre a sua religião, eu te convido fortemente que você conheça este e-book "Como ser um bom católico nos tempos atuais" que é um guia pratico e um bom incentivo a sua caminhada na fé.

 

Descubra como alcançar a Divina Misericórdia com o Terço de Santa Faustina

 


A Divina Misericórdia é um dos principais ensinamentos da Igreja Católica. Segundo as Escrituras, Deus é misericordioso e deseja que seus filhos conheçam a Sua Misericórdia. Para isso, Ele nos deu várias formas de buscá-Lo e pedir a Sua misericórdia. Uma dessas formas é o Terço de Santa Faustina.

O Terço de Santa Faustina é uma forma especial de oração que foi dada a Santa Faustina Kowalska pelo próprio Jesus. É uma oração poderosa que ajuda os fiéis a se conectarem com a Divina Misericórdia e a pedir a Sua ajuda em momentos difíceis. Neste artigo, vamos explorar como o Terço de Santa Faustina pode ajudá-lo a alcançar a Divina Misericórdia.

O que é o Terço de Santa Faustina?

O Terço de Santa Faustina é uma oração que consiste em cinco dezenas de contas. Cada dezena é composta por um Pai Nosso, uma Ave Maria e um Glória ao Pai. No final de cada dezena, reza-se a seguinte oração:

"Ó Sangue e Água, que jorraste do Coração de Jesus como fonte de Misericórdia para nós, eu confio em Vós!"

Ao final das cinco dezenas, reza-se três vezes a seguinte oração:

"Santo Deus, Santo Forte, Santo Imortal, tende piedade de nós e do mundo inteiro."

Esta oração é uma forma de pedir a misericórdia de Deus por nós e pelo mundo inteiro. É uma oração poderosa que nos ajuda a nos conectar com a Divina Misericórdia e a pedir a Sua ajuda em momentos difíceis.

Por que rezar o Terço de Santa Faustina?

Rezar o Terço de Santa Faustina tem muitos benefícios espirituais. Primeiro, ele nos ajuda a meditar sobre a vida e a paixão de Jesus Cristo. Cada Pai Nosso, Ave Maria e Glória ao Pai nos ajuda a refletir sobre um aspecto diferente da vida de Jesus e aprofundar nossa conexão com Ele.

Segundo, o Terço de Santa Faustina nos ajuda a pedir a misericórdia de Deus. Ao rezar a oração "Ó Sangue e Água", pedimos a Deus que nos purifique e nos renove com a Sua misericórdia. Esta oração é especialmente poderosa para aqueles que estão passando por momentos difíceis ou enfrentando desafios em suas vidas.

Finalmente, o Terço de Santa Faustina é uma forma de nos unirmos à Igreja e a todos os fiéis em todo o mundo que estão rezando o mesmo terço. Quando rezamos o Terço de Santa Faustina, estamos nos unindo a uma grande comunidade de fiéis que estão buscando a misericórdia de Deus.

Para rezar o Terço de Santa Faustina, siga os seguintes passos:

  1. Faça o sinal da cruz e reze o Credo.
  2. Em seguida, reze um Pai Nosso, uma Ave Maria e um Glória ao Pai.
  3. Em cada uma das cinco dezenas do terço, reze um Pai Nosso, uma Ave Maria e um Glória ao Pai.
  4. No final de cada dezena, reze a seguinte oração: "Ó Sangue e Água, que jorraste do Coração de Jesus como fonte de Misericórdia para nós, eu confio em Vós!"
  5. Depois de rezar as cinco dezenas, reze três vezes a seguinte oração: "Santo Deus, Santo Forte, Santo Imortal, tende piedade de nós e do mundo inteiro."
  6. Finalize com o sinal da cruz.

Recomendamos que você reserve um momento tranquilo e silencioso para rezar o Terço de Santa Faustina. Você pode rezá-lo em sua casa, na igreja ou em qualquer lugar que você se sinta confortável.

Conclusão

O Terço de Santa Faustina é uma oração poderosa que nos ajuda a nos conectar com a Divina Misericórdia e a pedir a Sua ajuda em momentos difíceis. Rezar o Terço de Santa Faustina é uma forma de meditar sobre a vida e a paixão de Jesus Cristo, pedir a misericórdia de Deus e se unir à comunidade de fiéis em todo o mundo que estão rezando o mesmo terço.

Esperamos que este artigo tenha sido útil e que você possa incorporar o Terço de Santa Faustina em sua vida espiritual. Lembre-se sempre de que Deus é misericordioso e está sempre pronto para nos ajudar em nossas necessidades. Reze o Terço de Santa Faustina com fé e confiança e experimente a graça da Divina Misericórdia em sua vida.



 

Descubra o significado das palavras do Papa Francisco: "anuncia o Senhor e o encontrará"

 


O Papa Francisco tem uma mensagem para nós: "anuncia o Senhor e o encontrará". 

Mas o que exatamente isso significa? 

Neste artigo, vamos explorar o significado por trás dessas palavras e como podemos aplicá-las às nossas próprias vidas.

O que significa "anuncia o Senhor e o encontro"?

Quando o Papa Francisco fala sobre "anunciar o Senhor", ele está se referindo a compartilhar o Evangelho com outras pessoas. Em outras palavras, ele está nos incentivando a falar sobre nossa fé e testemunhar a bondade de Deus com aqueles ao nosso redor.

Mas por que é importante fazer isso? Porque, como o Papa Francisco nos lembra, quando anunciamos o Senhor, "o encontramos". Em outras palavras, quando compartilhamos nossa fé com os outros, fortalecemos nossa própria relação com Deus.

Isso pode parecer um pouco contra-intuitivo. Afinal, como pode compartilhar nossa fé com outras pessoas nos aproximamos de Deus? Mas a resposta está na própria natureza do amor de Deus. Quando amamos alguém, queremos compartilhar nossa alegria com eles, queremos apresentá-los a coisas que nos fazem felizes. Da mesma forma, quando amamos a Deus, queremos compartilhar essa alegria com outras pessoas.

Além disso, ao anunciarmos o Senhor, estamos cumprindo a Grande Comissão que Jesus nos deu em Mateus 28:19-20: "Portanto, vão e realizar discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a obedecer a tudo o que eu lhes ordenei. E eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos".

Em outras palavras, ao compartilhar nossa fé com outras pessoas, estamos cumprindo o mandamento de Jesus e ajudando a presunção do Evangelho por todo o mundo.

Como podemos aplicar isso em nossas próprias vidas?

Então, como podemos aplicar essas palavras do Papa Francisco em nossas próprias vidas?

Aqui estão algumas maneiras:

  • 1.    Compartilhe sua fé com outras pessoas - comece a falar com amigos e familiares sobre sua fé e o que ela significa para você.
  • 2.    Participe de atividades da igreja - envolva-se em sua comunidade local, participe de grupos de estudo da Bíblia e outras atividades da igreja.
  • 3.    Ore por oportunidades para compartilhar sua fé - peça a Deus que lhe dê oportunidades para compartilhar sua fé com outras pessoas e esteja aberto para reconhecê-las quando vierem.
  • 4.    Viva sua fé - lembre-se de que compartilhar sua fé não é apenas sobre falar sobre ela, mas também sobre viver sua vida de acordo com os ensinamentos de Jesus.

Em conclusão, é importante lembrar que "anunciar o Senhor" é um convite para compartilhar nossa fé e testemunhar a bondade de Deus com outras pessoas. Ao fazer isso, não apenas fortalecemos nossa própria relação com Deus, mas também ajudamos a espalhar o Evangelho por todo o mundo. Que possamos ser corajosos e fiéis em nossa missão de anunciar o Senhor e encontrar n'Ele a nossa alegria e salvação.




Papa Francisco - Jesus não é um "fantasma"


No terceiro domingo da Páscoa, o Santo Padre recordou que voltamos a Jerusalém, ao Cenáculo, como se guiados pelos dois discípulos de Emaús, que haviam escutado com grande emoção as palavras de Jesus no caminho e depois o reconheceram "no partir do pão". Agora, no Cenáculo, o Cristo ressuscitado aparece no meio do grupo de discípulos e os saúda, dizendo: "A paz esteja convosco"!  Mas eles estão assustados – disse o Papa - e acreditam "que veem um fantasma". Então Jesus lhes mostra as feridas em seu corpo e diz: "Olhem para minhas mãos e meus pés: sou eu mesmo! Toquem em mim! E para convencê-los, ele pede comida e a come sob o olhar atônito deles.

Há um detalhe aqui nesta descrição, disse o Papa. O Evangelho diz que os apóstolos, pela grande alegria, ainda não acreditavam. "Tal era a alegria que eles tinham que não podiam acreditar que era verdade. É um segundo detalhe: eles ficaram atônitos, espantados, espantados porque o encontro com Deus sempre os leva ao estupor. Vai além do entusiasmo, além da alegria, é outra experiência. E eles estavam alegres, mas uma alegria que os fazia pensar: mas não, isto não pode ser verdade, não, não pode...(?) assim... É o estupor da presença de Deus. Não se esqueça deste estado de espírito, que é tão bonito".

Esta página do Evangelho – continuou Francisco - é caracterizada por três verbos muito concretos, que em certo sentido refletem nossa vida pessoal e comunitária: olhar, tocar e comer. Três ações que podem dar a alegria de um verdadeiro encontro com Jesus vivo.:

"Olhem para minhas mãos e meus pés" - diz Jesus. Olhar não é apenas ver, é mais, envolve também intenção, vontade. É por isso que é um dos verbos do amor. Mães e pais olham para seus filhos; os apaixonados se olham um para o outro; um bom médico olha atentamente para seu paciente... Olhar é um primeiro passo contra a indiferença, contra a tentação de virar nosso rosto diante das dificuldades e sofrimentos dos outros. Olhar. Eu vejo ou olho Jesus?".

Em seguida o Santo Padre falou do segundo verbo, tocar:

“Ao convidar os discípulos a tocá-lo, para constatar que ele não é um fantasma, toque-me. Jesus indica a eles e a nós que a relação com Ele e com os nossos irmãos não pode permanecer "à distância", não existe um cristianismo à distância, não existe somente um cristianismo, no nível do olhar. O amor pede para olhar e também a proximidade, pede contato, a partilha da vida. O bom samaritano não se limitou a olhar para o homem que encontrou meio morto ao longo da estrada: inclinou-se, curou suas feridas, e o carregou em seu cavalo e o levou para a pousada. E assim com o próprio Jesus: amá-lo significa entrar numa comunhão de vida, uma comunhão com Ele”.

Falando depois do terceiro verbo, comer, disse que o mesmo expressa bem a nossa humanidade na sua mais natural indigência, ou seja, nossa necessidade de nos alimentarmos para poder viver:

“Mas comer, quando o fazemos juntos, em família ou entre amigos, torna-se também uma expressão de amor, de comunhão, de festa... Quantas vezes os Evangelhos nos mostram Jesus que vive esta dimensão de convivência! Também ressuscitado, com seus discípulos. Ao ponto de o Banquete eucarístico se tornar o sinal emblemático da comunidade cristã. Alimentar-se juntos com o corpo de Cristo. Este é o centro da vida cristã”.

O Papa Francisco recordou que esta página do Evangelho nos diz que Jesus não é um "fantasma", mas uma Pessoa viva, que Jesus quando se aproxima de nós nos enche de alegria até ao ponto de não acreditarmos e nos deixa atônitos com aquele estupor que somente a presença de Deus nos dá, porque Jesus é uma pessoa viva.

Ser cristãos - continuou o Santo Padre - não é antes de tudo uma doutrina ou um ideal moral, é uma relação viva com Ele, com o Senhor Ressuscitado: “olhamos para Ele, tocamos n’Ele, nos alimentamos d’Ele e, transformados por Seu Amor, olhamos, tocamos e alimentamos os outros como irmãos e irmãs. Que a Virgem Maria – concluiu - nos ajude a viver esta experiência de graça”.

Silvonei José - Vatican News

São José, esposo da Virgem Maria - Modelo de pai e protetor da Sagrada Família

Comemorado nesta sexta-feira, 19, o Dia de São José é uma das datas mais celebradas por católicos de todo o mundo. Por ser um santo bastante popular, sua crença é fortalecida principalmente por aqueles que são seus padroeiros, como os trabalhadores.

Esposo da Virgem Maria, modelo de pai e esposo, protetor da Sagrada Família, São José foi escolhido por Deus para ser o patrono de toda a Igreja de Cristo.

Seu nome, em hebraico, significa “Deus cumula de bens”.

No Evangelho de São Mateus, vemos como foi dramático para esse grande homem de Deus acolher, misteriosa, dócil e obedientemente, a mais suprema das escolhas: ser pai adotivo de Nosso Senhor Jesus Cristo, o Messias, o Salvador do mundo.

“Quando acordou, José fez conforme o anjo do Senhor tinha mandado e acolheu sua esposa” (Mt 1,24).

O Verbo Divino quis viver em família. Hoje, deparamo-nos com o testemunho de José, “Deus cumula de bens”; mas, para que este bem maior, penetrasse na sua vida e história, ele precisou renunciar a si mesmo e, na fé, obedecer a Deus acolhendo a Virgem Maria.

Da mesma forma, hoje São José acolhe a Igreja, da qual é o patrono. E é grande intercessor de todos nós.

Que assim como ele, possamos ser dóceis à Palavra e à vontade do Senhor.

Oração a São José
A vós, São José, recorremos em nossa tribulação e, tendo implorado o auxílio de vossa santíssima esposa, cheios de confiança, solicitamos também o vosso patrocínio.

Por esse laço sagrado de caridade que vos uniu à Virgem Imaculada Mãe de Deus, e pelo amor paternal que tivestes ao Menino Jesus, ardentemente vos suplicamos
que lanceis um olhar favorável sobre a herança que Jesus Cristo conquistou com o seu sangue, e nos socorrais em nossas necessidades com o vosso auxílio e poder.

Protegei, ó guarda providente da divina Família, o povo eleito de Jesus Cristo. Afastai para longe de nós, ó pai amantíssimo, a peste do erro e do vício. Assisti-nos do alto do céu, ó nosso fortíssimo sustentáculo, na luta contra o poder das trevas, e assim como outrora salvastes da morte a vida ameaçada do Menino
Jesus, assim também defendei agora a Santa Igreja de Deus das ciladas do Inimigo e de toda adversidade.

Amparai cada um de nós com o vosso constante patrocínio, a fim de que, com vosso exemplo e sustentados com o vosso auxílio, possamos viver virtuosamente,
morrer piedosamente e obter no céu a eterna bem-aventurança. 

Amém.

Veja também:
Primeiro dia da Novena de São José


Vamos fazer a Oração da Noite com Nossa Senhora?

 

Mãe indulgente e boa, esta noite quero depor a teus pés o fardo de meu dia, o fardo de meus trabalhos e de minhas labutas e, sobretudo, o fardo de minhas ofensas e infidelidades ao Senhor. Venho entregar tudo, rogando-te que dirijas ao Pai do Céu um obrigado pela abundância de seus benefícios, e um pedido de perdão por minhas faltas.

E depois de me ter colocado inteiramente entre tuas mãos maternas, venho reclamar, pela última vez, um olhar de benevolência, o sorriso afetuoso que destinas a teus filhos. Depois ter suportado o cansaço de um dia inteiro, ficamos felizes ao encontrar à tarde um refúgio amoroso, uma bondade sorridente.

Teu semblante tão acolhedor e tão compreensivo me fará esquecer todas as dificuldades encontradas e neste dia; poderei dormir na paz, sabendo que continuas a me amar e a velar por mim. Com esta certeza reconfortante, minha fadiga não me impedirá de responder a teu sorriso, e será na doce alegria de tua afeição que abandonarei minha alma ao Senhor para um repouso de todo o meu ser. Amém.

Boa noite Santa Mãe de Jesus e minha mãe amada!

Pai nosso… Ave Maria…

Paz e Bem!




Deixe aqui a sua Oração para Nossa Senhora Aparecida

Deixe aqui a sua Oração para Nossa Senhora Aparecida 
Deixe aqui a sua Oração para Nossa Senhora Aparecida



Reze antes de dormir - Oração a Nossa Senhora do Repouso

“Ó, Virgem, se faz tarde
e todos dormem sobre a terra. É hora de repousar: não me abandones! Coloca tua mão sobre meus olhos como uma boa mãe. Fecha-os suavemente às coisas aqui debaixo. Minh’alma está cansada de preocupações e tristezas, a fadiga que me espera está perto de mim. Coloca a tua mão na minha cabeça, detém meus pensamentos. Meu descanso só será dolce se for abençoado por ti. Assim, teu pobre filho despertará amanhã mais forte, e retomará feliz o peso do novo dia. Coloca a tua mão sobre o meu coração. Somente ele me vigia e recorre a Deus com amor eterno. Amém.”


"Quando houver oportunidade" - Papa Francisco fala sobre possível viagem a Argentina, Uruguai e Brasil

YARA NARDI / POOL / AFP
No voo de volta de Bagdá para Roma nesta segunda-feira(8), o Papa Francisco fez um balanço de sua 33ª viagem apostólica em conversa com os jornalistas.

Francisco falou sobre suas impressões do encontro com Al Sitani, a comoção diante das igrejas destruídas em Mosul e disse ter prometido ao patricara Béchara Raï fazer uma viagem também ao Líbano.

um dos jornalistas perguntou ao Papa. “o senhor voltará à Argentina?”

E a resposta de Francisco foi bem clara. Disse ele:

“Há uma coisa que, não sei por que, não é dita: uma viagem à Argentina foi programada para novembro de 2017. 
Estava começando a se trabalhar, se faria Chile, Argentina e Uruguai. Era para o final de novembro… Mas naquela época o Chile estava em campanha eleitoral, naqueles dias, em dezembro, foi eleito o sucessor de Michelle Bachelet, e eu deveria ir antes que mudasse o governo. Eu não podia ir. Tínhamos pensado em fazer isso: vamos ao Chile em janeiro e depois à Argentina e ao Uruguai… Mas não era possível, porque janeiro é como julho-agosto para os dois países. Pensando nisso novamente, foi feita a sugestão: por que não associar o Peru? Porque o Peru havia sido separado da viagem ao Equador, Bolívia, Paraguai. Tinha sido deixado à parte. E dali nasceu a viagem em janeiro de 2018 ao Chile e ao Peru. Mas quero dizer isto para que não haja fantasias de ‘patriafobia’: quando houver oportunidade, se poderá fazer, porque há a Argentina, o Uruguai e o sul do Brasil.”

 

O Papa Francisco ainda explicou como escolhe os destinos de suas viagens apostólicas:


“Para tomar uma decisão sobre as viagens, escuto, escuto o conselho dos conselheiros e às vezes alguém vem e diz: o que acha a esse propósito, devo ir até aquele lugar? É bom para mim ouvir, isto me ajuda a tomar decisões mais tarde. Escuto os conselheiros e, no final, rezo, reflito muito, sobre algumas viagens, reflito muito. Depois a decisão vem de dentro, quase espontaneamente, mas como fruto maduro. É um longo percurso. Alguns são mais difíceis, outros mais fáceis.”

Clique aqui e leia a entrevista na íntegra 


Nossa Senhora Menina:

Poucos são os que veneram a bem-aventurada Virgem Maria em sua infância “cheia de graça”. Mas isso está mudando

A infância da Virgem Maria é um tema largamente desconhecido pelos católicos, sendo mesmo difícil encontrar homilias a respeito disso. O que encontramos, no mais das vezes, é alguma imagem de Sant’Ana com Maria no colo. De resto, os pregadores da Igreja optaram por outros temas marianos que propriamente os primeiros anos da Mãe de Jesus, algo que começa a mudar agora com uma percepção mais apurada do que significou a concepção milagrosa de Nossa Senhora e o seu desejo, já desde pequena, de se entregar totalmente a Deus.
A Igreja celebra todo dia 21 de novembro a festa litúrgica da Apresentação de Nossa Senhora no Templo. Segundo a Tradição, Maria foi concebida por um milagre, pois seus pais já não podiam ter mais filhos, devido à idade avançada. Além disso, acredita-se que Sant’Ana era estéril. Em todo caso, o fato é que, após uma relação natural com seu marido, aquela que era tida por estéril concebeu a futura Mãe do Salvador, a Virgem Santíssima, anunciada pelos profetas. E, para cumprir essa missão, Maria “foi preservada imune de toda mancha de pecado original” desde o primeiro instante da sua concepção (Pio IX, Ineffabilis Deus, n. 41).
Os pais de Maria prometeram entregá-la para Deus, uma vez que a idade avançada dos dois era uma dificuldade grave para a educação da menina. Com três anos de idade, ela foi levada ao Templo. Para surpresa do casal, Maria não chorou, nem olhou para trás ao subir, alegremente, os degraus do Templo, onde passaria a infância servindo a Deus. De fato, o coração de Nossa Senhora já ardia de amor por Deus, de modo que ela não podia entristecer-se naquele momento. Ao contrário, ela deveria alegrar-se muito por começar a cumprir a vocação para a qual estava destinada.
A apresentação de Maria no Templo envolve um mistério precioso. Para demonstrar a grandiosidade desse momento, a própria Virgem apareceu a uma irmã concepcionista, chamada Madalena, que rezava diante do presépio do Menino Jesus, dizendo-lhe:  “Concederei todas as graças que me pedirem às pessoas que me honrarem em minha infância, pois é uma devoção muito esquecida”. Malgrado o caráter privado dessa aparição, que aconteceu a 6 de fevereiro de 1840, no México, chama atenção o pedido da Virgem Santíssima.
A base principal para a veneração da infância da Virgem Maria é o dogma da Imaculada Conceição. Maria é imaculada porque é cheia de graça, isto é, agradável a Deus. A graça de Maria é algo que extrapola nosso entendimento, uma vez que Deus a agraciou admiravelmente, “mais do que todos os Anjos e a todos os Santos, da abundância de todos os dons celestes, tirados do tesouro da sua Divindade” (Pio IX, Ineffabilis Deus, n. 2). De fato, a sua inocência e pureza são tão perfeitas que, depois de Deus, não há outra pessoa que seja tão santa quanto Maria. E somente Deus é capaz de entender o profundo mistério que a cerca desde o ventre de Sant’Ana.
A razão principal para a graça extraordinária de Maria é a maternidade divina. Deus a preparou para ser Mãe de Jesus tanto no corpo quanto no espírito. A sua alma foi formada por uma graça especial para que pudesse receber a Segunda Pessoa da Santíssima Trindade com um amor especialíssimo. “O Poderoso fez por mim maravilhas”, canta Nossa Senhora. Neste sentido, devemos distinguir a graça em Jesus, Deus encarnado, que é a fonte de toda graça; a graça dos anjos e dos santos; e, finalmente, a graça de Maria, que é algo singular no mundo das criaturas de Deus.
Para uma noção geral, “a graça santificante é um dom divino, uma qualidade sobrenatural infundida por Deus em nossa alma que nos dá uma participação física e formal da mesma natureza divina fazendo-nos semelhantes a ele em sua própria razão de deidade” [1]. Isso significa que, pela graça, nós estamos unidos a Deus na qualidade de seus filhos e amigos, podendo desfrutar da felicidade divina e gerar outros frutos de santidade, coisa de que não seríamos capazes por nossa própria conta e força. Em Maria, por sua vez, essa graça existe em plenitude, numa união inalcançável. É o que explica o padre Garrigou-Lagrange:
A maternidade divina exige uma íntima amizade com Deus já que é uma lei da natureza e um preceito que a mãe ame seu filho e que o filho ame a sua mãe. É necessário, pois, que Maria e seu filho se amem mutuamente. E uma vez que essa maternidade é uma maternidade sobrenatural, requer uma amizade sobrenatural e, portanto, santificante, pois do fato de que Deus ama uma alma Ele a torna amável aos seus olhos e a santifica [2].
Maria precisa de um amor divino para poder amar devidamente o seu filho, que é a própria Divindade encarnada. Por isso Deus a beneficiou com inúmeros privilégios, razão pela qual nós, católicos, a louvamos e veneramos. Deus foi quem a honrou primeiro. A devoção à infância da Virgem Maria é, portanto, a devoção às maravilhas que Deus realizou nessa menina, cuja alma foi agraciada por um amor prodigioso, numa dimensão inimaginável. É, pois, bem verdade aquela fórmula tradicional, que diz: De Maria nunquam satis – “Sobre Maria jamais se dirá o bastante”. Se até mesmo dormindo ela crescia em graça, conforme dizem alguns autores, com que espanto não a venerou o anjo Gabriel no dia da anunciação? Peçamos a Ela que, nos seus sonhos de amor a Deus, lembre-se de nós e de nossas misérias, a fim de que sejamos santificados pela sua intercessão poderosa.
Padre Paulo Ricardo - Aleteia



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