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| YARA NARDI / POOL / AFP |
Francisco falou sobre suas impressões do encontro com Al Sitani, a comoção diante das igrejas destruídas em Mosul e disse ter prometido ao patricara Béchara Raï fazer uma viagem também ao Líbano.
um dos jornalistas perguntou ao Papa. “o senhor voltará à Argentina?”
E a resposta de Francisco foi bem clara. Disse ele:
“Há uma coisa que, não sei por que, não é dita: uma viagem à Argentina foi programada para novembro de 2017.Estava começando a se trabalhar, se faria Chile, Argentina e Uruguai. Era para o final de novembro… Mas naquela época o Chile estava em campanha eleitoral, naqueles dias, em dezembro, foi eleito o sucessor de Michelle Bachelet, e eu deveria ir antes que mudasse o governo. Eu não podia ir. Tínhamos pensado em fazer isso: vamos ao Chile em janeiro e depois à Argentina e ao Uruguai… Mas não era possível, porque janeiro é como julho-agosto para os dois países. Pensando nisso novamente, foi feita a sugestão: por que não associar o Peru? Porque o Peru havia sido separado da viagem ao Equador, Bolívia, Paraguai. Tinha sido deixado à parte. E dali nasceu a viagem em janeiro de 2018 ao Chile e ao Peru. Mas quero dizer isto para que não haja fantasias de ‘patriafobia’: quando houver oportunidade, se poderá fazer, porque há a Argentina, o Uruguai e o sul do Brasil.”
O Papa Francisco ainda explicou como escolhe os destinos de suas viagens apostólicas:
“Para tomar uma decisão sobre as viagens, escuto, escuto o conselho dos conselheiros e às vezes alguém vem e diz: o que acha a esse propósito, devo ir até aquele lugar? É bom para mim ouvir, isto me ajuda a tomar decisões mais tarde. Escuto os conselheiros e, no final, rezo, reflito muito, sobre algumas viagens, reflito muito. Depois a decisão vem de dentro, quase espontaneamente, mas como fruto maduro. É um longo percurso. Alguns são mais difíceis, outros mais fáceis.”
Clique aqui e leia a entrevista na íntegra

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